Os boletos não registrados com valor a partir de 2.000 reais não serão mais aceitos pela rede bancária a partir deste sábado. A mudança é parte do cronograma que prevê a desativação desse sistema até setembro. Para descobrir se o boleto está registrado ou não é preciso consultar diretamente o emissor do documento, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Não há diferença visual entre os documentos no novo sistema e aqueles ainda no antigo.

Caso seja preciso pagar um boleto não registrado acima do limite de 2.000 reais depois de sábado, a orientação é procurar quem emitiu o documento para quitar o débito. Outra recomendação é que os credores façam o cadastro na plataforma antes de enviar a cobrança aos pagadores.

O novo sistema prevê que todos os boletos emitidos deverão ser cadastrados em uma plataforma única, à qual os bancos terão acesso. A ideia da medida é melhorar a eficiência do serviço  e evitar fraudes. Estarão cadastrados dados do emissor, como nome, CNPJ ou CPF, o valor da cobrança e a data de vencimento. Para os consumidores, uma novidade é que será possível pagar débitos atrasados em qualquer banco.

O modelo começou a ser implantado no ano passado, de acordo com faixas de valores. Após a etapa deste sábado, o próximo passo é a desativação de boletos sem registro com valores acima de 800 reais, que será feita em 24 de março.

A Febraban calcula que sejam emitidos cerca de 4 bilhões de boletos bancários por ano no Brasil.

Fotos e link total de:https://veja.abril.com.br/economia/bancos-nao-vao-mais-aceitar-boleto-antigo-acima-de-r-2-mil/

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